Quase todo este trabalho acontece num edifício que não fecha. Um consultório médico a ver doentes, uma loja a vender, uma clínica com uma agenda fechada há três semanas. A obra tem de encaixar à volta disso, e não ao contrário.
Essa condição decide tudo o resto: como se sela a zona, quando se faz o barulhento, por que porta entra a equipa e como se entrega o espaço no fim de cada turno para que abra de manhã.
- Adaptações e interiores para inquilinos
- Consultórios médicos e dentários
- Renovação com o edifício ocupado e em operação
- Interiores de retalho, com trabalho noturno por fases
- Contenção selada, pressão negativa e filtragem HEPA
- Melhorias e reconfiguração de instalações
- Obra comercial de raiz
- Hospitais como empreiteiro direto — somos qualificados ASHE ICRA 2.0 e estamos preparados para ambientes ICRA, e dizemos apenas isso
- Projeto de engenharia MEP (coordenamos, não assinamos)
Antes de abrir seja o que for
Percorre-se a zona com o seu responsável de operações, não só com o de instalações. Acordam-se o horário, o percurso da equipa, que salas continuam vivas e o que conta como paragem de emergência.
Primeiro a contenção
Barreira selada do pavimento à laje, pressão negativa com filtragem HEPA, tapetes apanha-pó na transição e proteção de pavimentos, saídas e dos seus equipamentos. A barreira levanta-se antes do primeiro corte, não depois da primeira queixa.
Por fases
Uma zona de cada vez, limpa e entregue antes de abrir a seguinte. Num edifício ocupado, a medida de um bom dia é que nada parou.
Um fecho que fecha
Percurso de pendentes consigo, ar e superfícies limpos, e a contenção retira-se em último. Cada fase tem um documento que a fecha.
O horário de acesso
Uma obra que só pode correr das 18h às 6h demora mais em dias e incomoda menos. As duas coisas são legítimas; só têm de ser escolhidas de propósito e orçamentadas contra o âmbito real.
As licenças
Num âmbito de interiores costuma ser o mais demorado, e começa antes de mobilizar. É por isso que pedimos os desenhos cedo.
Materiais de prazo longo
Portas, aros, ferragens e acabamentos especiais decidem mais prazos do que a mão de obra.
O que está atrás da parede
Um edifício ocupado é um edifício que ninguém abriu há anos. Prevemo-lo; não o podemos saber de antemão.
- Desenhos, nem que seja um esboço — uma fotografia de telemóvel de uma planta marcada chega para começar
- O seu horário de operação, e as horas em que a obra não pode correr
- Quem do seu lado pode parar o trabalho, e como o contactamos
- Qualquer data que não se mexa: uma inspeção, um contrato de arrendamento, uma abertura
Podem trabalhar num edifício que continua aberto?
Sim, é assim que executamos a nossa obra comercial. Instalamos contenção selada do piso à laje, operamos ar negativo com filtragem HEPA, controlamos o pó, protegemos pavimentos, saídas e equipamentos do cliente, e faseamos o trabalho em torno do seu horário, incluindo noites e fins de semana. O nosso diretor de projeto é qualificado ASHE ICRA 2.0.
O que acontece entre o orçamento e a entrega?
Cinco fases: pré-construção, mobilização, execução, controlo de qualidade e encerramento. Cada fase tem um início definido, um fecho definido e um documento que a encerra. As mesmas cinco fases numa reparação pequena e numa obra comercial completa.
E se algo falhar depois de terminarem?
O nosso trabalho leva uma garantia limitada de um ano sobre a mão de obra: se algo que instalámos falhar pela forma como o instalámos, voltamos e reparamos. Os materiais mantêm a garantia do fabricante, que costuma ser mais longa. Tem exclusões, e são as habituais: mau uso, acidentes, tempestades, assentamento, falta de manutenção e trabalhos feitos por outros depois da entrega. Em obra comercial e em instalações em operação, a garantia é a que o contrato fixar.